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Fim do Golden Visa em Portugal? Como seguir investindo

O Golden Visa Portugal não foi encerrado, mas passou por grandes mudanças em 2024. Investimentos imobiliários foram eliminados, dando lugar a modalidades como fundos de capital de risco. O programa continua atrativo para investidores internacionais que procuram cidadania portuguesa e retornos financeiros em setores estratégicos como turismo e tecnologia.

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Principais insights

Compra de imóveis e transferência de capital deixaram de ser elegíveis em 2024.

Fundos de investimento são agora a principal via para o Golden Visa.

Investimentos devem gerar impacto económico direto em Portugal.

O Fundo VIDA oferece retorno alvo de 10% ao ano.

O fim do Golden Visa em Portugal tem sido um tema de grande debate, mas a realidade é que o programa não terminou, apenas passou por significativas mudanças. 

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Essas alterações refletem a necessidade de adaptar o programa às novas realidades econômicas e sociais do país, redirecionando os investimentos para outros setores-chave.

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Este artigo explora essas mudanças, destacando o que permanece válido e as novas oportunidades para investidores a partir de 2024.

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Você encontrará uma análise detalhada sobre a criação do Golden Visa, suas motivações e os impactos das recentes mudanças legislativas. 

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Também discutiremos as modalidades de investimento que foram descontinuadas, aquelas que ainda são elegíveis e as vantagens de investir em fundos de capital de risco. 

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Se você está considerando investir em Portugal, não pode deixar de ler até o final. Boa leitura.

 

Quando surgiu o Golden Visa Portugal? Qual o objetivo?

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O Golden Visa foi criado em Portugal no segundo semestre de 2012, mais especificamente em outubro. 

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O seu grande objetivo, sendo um visto de investimento é atrair aportes estrangeiros na economia portuguesa.

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Esta foi uma estratégia adotada por Portugal, assim como diversos países ao redor do mundo, especialmente na Europa, incluindo países como Espanha, Grécia, Malta, Chipre e Itália.

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Vale lembrar que em 2012 o mundo passava por uma grande instabilidade econômica, refletindo a quebra da bolha imobiliária dos Estados Unidos em 2008.

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Na época, Portugal enfrentava desafios econômicos significativos, incluindo alta taxa de desemprego e um mercado imobiliário estagnado.

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Desta forma, surgiu o Golden Visa, que, em troca de investimento estrangeiro, oferece autorização de residência para cidadãos de fora da União Europeia.

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O seu formato  acaba por ser transformado em uma via rápida e simplificada de residência legal em terras portuguesas. 

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Além disso, através da Lei da Nacionalidade Portuguesa, aqueles que mantêm esta residência por 5 anos podem também solicitar a dupla cidadania. É a maneira mais fácil para não descendentes de portugueses e suas famílias tornarem-se europeus.

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Além de revitalizar o mercado imobiliário, o Golden Visa também tinha o objetivo de promover o desenvolvimento de áreas com menor densidade populacional e apoiar setores estratégicos como tecnologia e inovação. O programa oferecia aos investidores estrangeiros a possibilidade de obter uma autorização de residência, que poderia ser renovada e, eventualmente, levar à cidadania portuguesa após cinco anos.

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Desde o seu início, o programa já concedeu a AR a mais de 12.700  investidores e a mais de 20.000 familiares relacionados. Os países que mais se beneficiaram foram: China, Brasil, África do Sul e Turquia.

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Com essa base histórica, podemos agora explorar as mudanças recentes que marcaram o fim de certas modalidades do Golden Visa e o impacto dessas alterações no programa como um todo.

 

 

Por que não houve o fim do Golden Visa em Portugal?

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Em 2024, Portugal implementou mudanças significativas no programa de investimentos, e determinou o fim de algumas de suas modalidades mais populares. 

Porém, não houve o fim do Golden Visa Portugal na sua totalidade.

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As alterações fizeram parte de uma reforma legislativa, elaborada a fim de enfrentar os desafios do mercado imobiliário no país, mas que sofre com altas demandas oriundas do turismo do país, que recebe até 3 vezes mais turistas do que a população total do país por ano. 

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Uma das mudanças mais impactantes foi a eliminação da possibilidade de obtenção do Golden Visa através da compra de imóveis residenciais e para reforma.

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Esta modalidade havia sido a mais utilizada pelos investidores, especialmente em cidades como Lisboa e Porto, onde a demanda por propriedades residenciais contribuiu para o aumento dos preços dos imóveis e a especulação imobiliária.

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As autoridades portuguesas também justificaram essas mudanças como uma medida para controlar a inflação imobiliária e redirecionar os investimentos para setores que gerem um impacto econômico mais direto e positivo, como a criação de empregos, investimentos em empresas portuguesas e o desenvolvimento de regiões de baixa densidade populacional.

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Além da restrição de investimentos imobiliários, a transferência de capital de um milhão e 500 mil euros também deixou de ser elegível.

 

Uma das grandes vantagens do Programa Golden Visa Portugal é proporcionar a cidadania portuguesa para toda a família.

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Mas como ficam os investidores que já haviam adquirido os imóveis e solicitado o Golden Visa?

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Os investidores atuais que já obtiveram o Golden Visa através de compras imobiliárias não foram afetados retroativamente pelas novas regras, mas novos pedidos a partir de 2024 devem atender aos critérios revisados. 

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Fim do Golden Visa em Portugal - fundos válidos para investir
O Golden Visa Portugal não terminou em 2024.

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Quais investimentos do Golden Visa Portugal tiveram fim?

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As mudanças em 2024 resultaram no fim das seguintes modalidades de investimento para o Golden Visa Portugal:

 

Compra de imóveis residenciais e para reforma:

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Esta modalidade, que anteriormente permitia a obtenção do Golden Visa através da aquisição de imóveis residenciais no valor mínimo de €500.000, e de €300.000 para reforma foram descontinuadas.

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Transferência de capital:

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A transferência de capital no valor de €1.500.000 para contas bancárias portuguesas ou aquisição de títulos de dívida pública não é mais elegível para o Golden Visa.

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Quais modalidades para investir no Golden Visa seguem válidas em Portugal a partir de 2024?

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Apesar do fim do Golden Visa em Portugal para duas modalidades, ainda existem 5 possibilidades de investimento:

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Fundos de investimento ou Fundos de Capital de Risco:

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Investimento mínimo: €500.000

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Aplicação em fundos portugueses qualificados que investem em setores como turismo e serviço.

Esta modalidade é atualmente a mais solicitada junto ao governo português.

Tem dúvidas ou está pronto para dar o primeiro passo? Vamos conversar.

Envie uma mensagem diretamente para seu consultor pessoal, estamos aqui para orientá-lo em todas as etapas do processo do Golden Visa.

Apoio a empresas portuguesas:

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Investimento mínimo: €500.000

Criação de pelo menos 5 empregos em empresas estabelecidas, mantidos por um período de 3 anos.

 

Subsidiar pesquisa científica ou tecnológica:

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Investimento mínimo: €500.000

Aplicação em atividades de pesquisa conduzidas por instituições públicas ou privadas integradas no sistema científico e tecnológico português.

 

Investimento em cultura ou patrimônio nacional:

Investimento mínimo: €250.000

Projetos de produção artística, recuperação ou manutenção do patrimônio cultural nacional.

 

Criação de Emprego:

 

Criação de, no mínimo, 10 postos de trabalho.

Este número pode ser reduzido para 8 postos de trabalho se o investimento for feito em áreas de baixa densidade populacional em Portugal.

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Vantagens de investir em fundos de capital de risco ao invés da compra de imóveis para o Golden Visa?

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Investir em fundos de capital de risco oferece diversas vantagens em comparação à aquisição de imóveis, especialmente após as recentes mudanças nas modalidades elegíveis para o Golden Visa em Portugal.

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Diversificação do portfólio

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Os fundos de capital de risco permitem que os investidores diversifiquem seus investimentos em vários setores, como turismo, infraestrutura e serviços. Essa diversificação reduz o risco associado a depender de um único ativo, como um imóvel.

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Potencial de altos retornos

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Investimentos em fundos de capital podem oferecer retornos significativamente mais altos, especialmente quando focados em setores de rápido crescimento e inovação. 

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Por exemplo, o Fundo Vida tem uma meta de retorno interno anual (IRR) de 10%, além de outros benefícios econômicos.

 

Gestão profissional

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Os fundos são geridos por equipes de profissionais experientes que possuem conhecimento aprofundado do mercado e das melhores estratégias de investimento. 

Isso garante uma gestão eficiente e a maximização dos retornos.

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Facilidade e conveniência

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Investir em capital de risco elimina a necessidade de lidar com os aspectos operacionais e administrativos da gestão de propriedades, como manutenção, locação e venda. 

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Os investidores podem simplesmente alocar seu capital e deixar a gestão nas mãos de especialistas.

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Incentivos fiscais

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Portugal oferece incentivos fiscais que podem aumentar ainda mais o retorno sobre o investimento. Por exemplo, os residentes não habituais são isentos de impostos sobre os dividendos gerados.

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Exemplo de Fundo de Capital de Risco: Fundo VIDA

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O Fundo Vida é um exemplo de fundo de capital de risco regulamentado pelo governo português e elegível para o Golden Visa. Este fundo foca em investimentos no setor de hotelaria sustentável em Portugal. 

 

Alguns detalhes sobre o Fundo Vida incluem:
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Objetivo de captação do Fundo: €50 milhões

Ciclo de vida do Fundo: 7 anos

Retorno alvo: 10% de retorno interno anual (IRR)

Investimento mínimo para Golden Visa Portugal: €500.000

Objetivo: Transformar propriedades subvalorizadas em ativos de alta rentabilidade, como hotéis e apartamentos com serviços.

Benefícios: Os investidores têm a oportunidade de obter o Golden Visa, consequentemente a cidadania portuguesa, além de potenciais retornos financeiros significativos.

 

O Fundo VIDA se destaca por seu foco em sustentabilidade, promovendo projetos que seguem padrões ambientais rigorosos.

Além disso, o fundo é gerido por uma equipe experiente em hotelaria e gestão de investimentos, garantindo uma abordagem integrada e eficiente em todas as fases do projeto.

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